AS QUATRO JÓIAS DOS TUATHA DÉ DANANN (Irlanda)
(do "Livro Amarelo de Lecan")
traduzido por Bellovesos
Havia quatro cidades em que os Tuatha Dé Danann aprenderam a sabedoria e a magia, pois sabedoria e magia e artes malignas eram úteis para eles. Estes são os nomes das cidades: Failias e Findias, Goirias e Murias. De Failias foi trazida a Lia Fail, que está em Tara e que costumava gritar sob cada rei que assumia a soberania da Irlanda. De Gorias foi trazida a espada que pertencia a Nuada. De Findias foi trazida a lança de Lug. E de Murias foi trazido o caldeirão do Dagda.
Quatro magos estavam nessas cidades. Fessus estava em Failias, Esrus estava em Gorias, Uscias estava em Findias e Semias estava em Murias. Deles os Tuatha Dé Danann aprenderam sabedoria e ciência. Batalha alguma era sustentada contra a lança de Lug ou contra aquele que a tivesse em sua mão. Ninguém escapava da espada de Nuada depois de ser ferido por ela e, quando ela era retirada de sua bainha guerreira, ninguém podia resistir contra aquele que a tivesse em sua mão. Jamais uma reunião de convidados partiu insatisfeita do caldeirão do Dagda. E a Lia Fail, que está em Tara, jamais falou senão sob um rei da Irlanda.
Alguns dos historiadores, não há dúvida, dizem que os Tuatha Dé Danann chegaram à Irlanda numa nuvem de bruma. Mas isso não foi assim, pois eles chegaram numa grande frota de navios e, depois de chegar à Irlanda, queimaram todas as suas naus. E, pela nuvem de fumaça que deles subiu, disseram alguns que eles chegaram numa nuvem de bruma. Isso, no entanto, não é verdadeiro, pois estas são as razões pelas quais queimaram seus barcos: para que a raça dos Fomorianos não os pudesse encontrar com o fito de saqueá-los e para que Lug não pudesse vir a fim de lutar contra Nuada pela soberania. A respeito deles os antiquários compuseram esta canção:
"Os Tuatha Dé Danann das jóias preciosas,
Onde encontraram eles a ciência?
Chegaram na perfeita sabedoria
Em Druidismo, artes malignas.
"Brilhante Iardanel, um profeta de excelência,
De Nemed filho, filho de Agnoman,
Teve como tolo descendente o ativo Beothach,
Que um herói foi na destruição, pleno de maravilhas.
"Os filhos de Beothach - longa a vida de sua fama -,
A multidão chegou dos valentes guerreiros
Depois do pesar e após grande tristeza
A Lochlann com seus rebentos todos.
"Quatro cidades - justo seu renome -
Em agitação contemplaram com grande força.
Por esse motivo apaixonadamente competiram
Para aprender sua genuína sabedoria.
"Failias e Gorias brilhante
Findias, Muirias de grande bravura,
Fora da qual batalhas foram vencidas,
Das principais cidades os nomes.
"Morfis e o nobre Erus,
Uscias e Semiath, sempre aterrador,
Nomeá-los - um discurso necessário -
Os nomes dos sábios de nobre sabedoria.
"Morfis, o poeta da própria Failias,
Em Gorias Esrus dos desejos intensos,
Semiath em Murias, dos pináculos a fortaleza,
Uscias, o justo vidente de Findias.
"Quatro presentes de lá com eles
Pelos nobres dos Tuatha Dé Danann:
Uma espada, uma pedra, um caldeirão de qualidade,
Uma lança para a morte dos grandes campeões.
"De Failias para cá a Lia Fail
Que gritava sob os reis da Irlanda.
A espada na mão do ágil Lug
De Gorias - uma escolha de riquezas vastas.
"De Findias distante sobre o mar
Trazida foi a lança mortal de Nuada.
Um grande e poderoso tesouro de Murias,
O caldeirão do Dagda de feitos elevados.
"O Rei do Céu, o Rei dos frágeis homens,
Que ele me proteja, o Rei das regiões reais,
O Ser em quem está a permanência dos espectros
E da raça gentil a força."
Tuatha Dé Danann.
Quinta-feira, Novembro 08, 2007
Segunda-feira, Novembro 05, 2007
The Sounds Of Silence
Simon
Hello darkness, my old friend
I've come to talk with you again
Because a vision softly creeping
Left its seeds while I was sleeping
And the vision that was planted in my brain
Still remains
Within the sound of silence
In restless dreams I walked alone
Narrow streets of cobblestone
'Neath the halo of a street lamp
I turned my collar to the cold and damp
When my eyes were stabbed by the flash of a neon light
That split the night
And touched the sound of silence
And in the naked light I saw
Ten thousand people, maybe more
People talking without speaking
People hearing without listening
People writing songs that voices never share
And no one dared
Disturb the sound of silence
"Fools", said I, "You do not know
Silence like a cancer grows
Hear my words that I might teach you
Take my arms that I might reach you"
But my words, like silent raindrops fell
And echoed
In the wells of silence
And the people bowed and prayed
To the neon god they made
And the sign flashed out its warning
In the words that it was forming
And the sign said, "The words of the prophets are written on the subway walls
And tenement halls"
And whispered in the sounds of silence
Simon
Hello darkness, my old friend
I've come to talk with you again
Because a vision softly creeping
Left its seeds while I was sleeping
And the vision that was planted in my brain
Still remains
Within the sound of silence
In restless dreams I walked alone
Narrow streets of cobblestone
'Neath the halo of a street lamp
I turned my collar to the cold and damp
When my eyes were stabbed by the flash of a neon light
That split the night
And touched the sound of silence
And in the naked light I saw
Ten thousand people, maybe more
People talking without speaking
People hearing without listening
People writing songs that voices never share
And no one dared
Disturb the sound of silence
"Fools", said I, "You do not know
Silence like a cancer grows
Hear my words that I might teach you
Take my arms that I might reach you"
But my words, like silent raindrops fell
And echoed
In the wells of silence
And the people bowed and prayed
To the neon god they made
And the sign flashed out its warning
In the words that it was forming
And the sign said, "The words of the prophets are written on the subway walls
And tenement halls"
And whispered in the sounds of silence
Terça-feira, Julho 10, 2007
(Ok... É isso aí)
Entra e vem correndo para mim
Meu princípio já chegou ao fim
E o que me resta agora é o seu amor
Traga a sua bola de cristal
E aquele incenso do Nepal
Que você transou num camelô
(É)
E me empresta o seu colar
Que um dia eu fui buscar
Na tumba de um sábio faraó
E me empresta o seu colar
Que um dia eu fui buscar
Na tumba de um sábio faraó
(Devagar)
Veja quantos livros na estante
Don Quixote, o cavaleiro andante
Luta a vida inteira contra o rei
Joga as cartas, lê a minha sorte
Tanto faz a vida como a morte
O pior de tudo eu já passei
Do passado eu me esqueci
No presente eu me perdi
Se chamarem, diga que eu saí
Do passado eu me esqueci
No presente eu me perdi
Se chamarem, diga que eu saí
Se chamarem, diga que eu saí
Raul Seixas - As minas do Rei Salomão
Toca Raul!!!
quando eu tinha uns 7 anos eu viajava nessa música... imaginava tudo! Dom Quixote lutando contra um rei, bolas de cristal, um colar exótico extraído de uma tumba faraónica, um incenso estranho, onde ficaria o Nepal e como seria lá... a minha inocência até me permitia ficar vermelho de vergonha ao não entender a gíria "transou" e imaginar o sentido literal da palavra. bons tempos aqueles... maaaaas, como diz raul: "Do passado eu me esqueci, No presente eu me perdi, Se chamarem, diga que eu saí"...
;D
Entra e vem correndo para mim
Meu princípio já chegou ao fim
E o que me resta agora é o seu amor
Traga a sua bola de cristal
E aquele incenso do Nepal
Que você transou num camelô
(É)
E me empresta o seu colar
Que um dia eu fui buscar
Na tumba de um sábio faraó
E me empresta o seu colar
Que um dia eu fui buscar
Na tumba de um sábio faraó
(Devagar)
Veja quantos livros na estante
Don Quixote, o cavaleiro andante
Luta a vida inteira contra o rei
Joga as cartas, lê a minha sorte
Tanto faz a vida como a morte
O pior de tudo eu já passei
Do passado eu me esqueci
No presente eu me perdi
Se chamarem, diga que eu saí
Do passado eu me esqueci
No presente eu me perdi
Se chamarem, diga que eu saí
Se chamarem, diga que eu saí
Raul Seixas - As minas do Rei Salomão
Toca Raul!!!
quando eu tinha uns 7 anos eu viajava nessa música... imaginava tudo! Dom Quixote lutando contra um rei, bolas de cristal, um colar exótico extraído de uma tumba faraónica, um incenso estranho, onde ficaria o Nepal e como seria lá... a minha inocência até me permitia ficar vermelho de vergonha ao não entender a gíria "transou" e imaginar o sentido literal da palavra. bons tempos aqueles... maaaaas, como diz raul: "Do passado eu me esqueci, No presente eu me perdi, Se chamarem, diga que eu saí"...
;D